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Estava lendo um artigo no blog do Joel Spolsky (na verdade, a fonte original que me levou ao artigo foi um post do blog do Phillip Calçado , o "Shoes") que diz que a maioria das empresas de desenvolvimento de software tendem a recompensar os programadores que escrevem mais linhas de código e resolvem mais bugs.
Fica claro que a qualidade despenca, uma vez que seria melhor gastar o tempo escrevendo código sem tantos bugs.
O caso mais extremo da paranóia das metas/métricas fica por conta do exemplo da Amazon: como a medida de satisfação dos clientes é mensurada de acordo com o número de chamadas por hora, os atendentes simplesmente desligam na cara do cliente, para não perder tempo com uma única chamada e, assim, aumentar o número de atendimentos.
Coisa de maluco!
Confira aqui o artigo completo
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