quinta-feira, novembro 30, 2006

sexta-feira, novembro 17, 2006

quarta-feira, novembro 15, 2006

Instalando Samba e Swat no Ubuntu














O Samba é um servidor Linux de compartilhamento e gerenciamento de recursos em redes formadas por computadores com clientes Windows, através do protocolo SMB (Server Message Block)/CIFS (Common Internet File System), equivalentes a implementação NetBEUI no Windows. Desse modo, pode-se usar o Linux como servidor de arquivos, servidor de impressão, entre outros servidores, para os clientes que rodam Windows (NT, 2000, XP, Server 2003).
O Swat é uma ferramenta de manutenção do Samba através da web, facilitando seu gerenciamento.
Para quem quer economizar uns trocados com a compra de um Win Server, ou para quem prefere mesmo os ambientes Unix-Like, o Samba é uma ferramenta já bastante usada.

- Para instalar o Samba no seu Ubuntu, via terminal entre com o comando:
#sudo apt-get install samba smbfs

- Para gerenciar os usuários de sua rede no Samba, entre os comandos via terminal:
#sudo smbpasswd -a system_username

Crie um arquivo novo de nome "smbusers"
#sudo gedit /etc/samba/smbusers

Adicione essa linha no novo arquivo:
system_username = "network username"

O "network username", que é o nome do usuário da sua rede Windows, deve ir entre aspas mesmo.

- Para criar os usuários no seu Ubuntu/Samba:
#sudo smbpasswd -a system_username

- Para deletar usuários no Samba:
#sudo smbpasswd -x system_username

- Para compartilhar pastas home somente leitura:
#sudo cp /etc/samba/smb.conf /etc/samba/smb.conf_backup
#sudo gedit /etc/samba/smb.conf


Encontre essa linha:
...
; security = user
...


Troque por essa:
security = user
username map = /etc/samba/smbusers


Salve o arquivo e restart o Samba:
#sudo testparm
#sudo /etc/init.d/samba restart


- Para compartilhar pastas home com escrita/leitura:
#sudo cp /etc/samba/smb.conf /etc/samba/smb.conf_backup
#sudo gedit /etc/samba/smb.conf


Encontre essa linha:
...
; security = user
...


Troque por essa:
security = user
username map = /etc/samba/smbusers


Nesse arquivo smb.conf, encontre essa seção:
...
# By default, the home directories are exported read-only. Change next
# parameter to 'yes' if you want to be able to write to them.
writable = no
...


e troque as linhas acima por essas:
# By default, the home directories are exported read-only. Change next
# parameter to 'yes' if you want to be able to write to them.
writable = yes


Salve o arquivo e restart o Samba:
#sudo testparm
#sudo /etc/init.d/samba restart


- Para compartilhar pastas de grupo com leitura/escrita:
#sudo mkdir /home/group
#sudo chmod 777 /home/group/
#sudo cp /etc/samba/smb.conf /etc/samba/smb.conf_backup
#sudo gedit /etc/samba/smb.conf


Encontre essa linha:
...
; security = user
...


e substitua por essa:
security = user
username map = /etc/samba/smbusers


e também adicione essa linhas no fim do arquivo:
[Group]
comment = Group Folder
path = /home/group
public = yes
writable = yes
valid users = system_username1 system_username2
create mask = 0700
directory mask = 0700
force user = nobody
force group = nogroup


(lembrando claro de substituir "system_username1", etc pelo usuário real e "/home/group" pela pasta de sua escolha)

Salve o arquivo e restart o Samba:
#sudo testparm
#sudo /etc/init.d/samba restart


Para instalar o Swat, é bem simples. Isso pode ser feito pelo Gerenciador de Pacotes Synaptic: basta fazer uma busca por "Swat", marcar a seleção, aplicar e pronto!

Feito isso, instale o inetd:
#sudo apt-get install netkit-inetd

Restart o inetd:
#sudo /etc/init.d/inetd restart

Veja se o arquivo /etc/inetd.conf tem essa linha descomentada:
swat stream tcp nowait.400 root /usr/sbin/swat swat

e aponte seu browser para http:/ip_servidor/:901

Um detalhe...o Swat edita o arquivo smb.conf, mas também limpa todos os comentários que você tenha feito nele. Portanto é melhor fazer uma cópia do arquivo antes de usar o Swat.

Bons compartilhamentos!

sábado, novembro 11, 2006

A paranóia das metricas de software


Estava lendo um artigo no blog do Joel Spolsky (na verdade, a fonte original que me levou ao artigo foi um post do blog do Phillip Calçado , o "Shoes") que diz que a maioria das empresas de desenvolvimento de software tendem a recompensar os programadores que escrevem mais linhas de código e resolvem mais bugs.
Fica claro que a qualidade despenca, uma vez que seria melhor gastar o tempo escrevendo código sem tantos bugs.

O caso mais extremo da paranóia das metas/métricas fica por conta do exemplo da Amazon: como a medida de satisfação dos clientes é mensurada de acordo com o número de chamadas por hora, os atendentes simplesmente desligam na cara do cliente, para não perder tempo com uma única chamada e, assim, aumentar o número de atendimentos.
Coisa de maluco!

Confira aqui o artigo completo

sexta-feira, novembro 10, 2006

Alavancando a carreira

Google fazendo escola...



Ninguém duvida que a integração do GMail com o Google Talk trouxe uma grande praticidade aos seus usuários. Tanto que o Yahoo pretende fazer o mesmo com seu serviço de webmail, integrando o Yahoo! Mail com o Yahoo! Messenger.
Notícia da Info:

Yahoo! terá mensagem instantânea em webmail

Sexta-feira, 10 de novembro de 2006 - 13h40

Reuters

quarta-feira, novembro 08, 2006

Senado decide retirar projeto que define controle da internet


A votação do projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que previa a identificação dos usuários de internet, foi retirada da pauta de votações. Será um lampejo de bom senso?

Quem iria arcar com os custos de se manter por até 3 anos os registros e logs de todos os usuários dos respectivos provedores de acesso?

Ou então, será que não houve interesses comerciais, como por exemplo dos bancos que têm que investir grandes quantias em segurança da informação?

Li em um blog (não me lembro qual nesse momento) que, de qualquer maneira, se essa lei passar pelo Senado, a Câmara deve barrá-lo.

Segue a notícia publicada na Info OnLine:

Quarta-feira, 08 de novembro de 2006 - 09h27

SÃO PAULO - O Senado decidiu retirar de sua pauta de votações a análise do projeto sobre crimes digitais. A votação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) estava marcada para esta quarta-feira (8).

De acordo com a assessoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), não há novo prazo definido para que o projeto retorne à pauta de votações da casa. Antes de ser votado pelos parlamentares, o projeto será submetido a debate público e poderá sofrer mudanças.

Entre diversos artigos que prevêem, por exemplo, punições para quem cria e dissemina vírus ou invade computadores e redes, o projeto prevê a identificação obrigatória de todos os usuários de internet no país, item que causou forte polêmica.

Após reação pública negativa, vários parlamentares pediram que a análise do projeto fosse adiada. O presidente da casa, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) pediram publicamente mais tempo para avaliar a proposta.

Na Câmara, o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) disse que o Congresso apoiará o combate ao cibercrime, desde que isto não interfira nas liberdades individuais dos usuários.

O texto a ser analisado é de autoria do senador Azeredo, que é relator do projeto e autor do texto final (substitutivo) que condensa outros três projetos sobre crimes digitais que tramitaram no Congresso. Azeredo afirma que seu projeto não fere a privacidade dos usuários, mas sim moderniza e amplia o controle da internet o que, na sua opinião, é uma tendência mundial.

Para se tornar lei, o projeto deveria ser aprovado não só na CCJ, mas também em plenário, por maioria simples, em ambas as casas (Senado e Câmara). O projeto teria ainda que ser sancionado pelo presidente da República.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO